Maconha: O melhor suplemento pós-treino do fisiculturismo


Muita gente acha que maconha e esportes não combinam. Mas, certamente, a maior parte dessas pessoas são do tipo das que acham que maconha sequer devia ser usada por si, muito menos com alguma atividade considerada de pessoas normais. Enfim, pessoas que acham que a maconha não combina com nada deste planeta. Pessoas daquelas que não valem a pena conversarmos sobre maconha. De fato, a maconha tem sido usada por muitos esportistas durante muito tempo. Mas é claro que jamais saberemos por quais, assim também como não saberemos a intimidades sexuais das pessoas, porque essas coisas não se fica comentando por aí, são da vida pessoal. Por isso tantas celebridades, esportistas, etc, que usam maconha ou alguma droga só aparecem com esse tema se são flagrados consumindo. Então, não temos como saber.


Mas o fato é que a maconha provoca muitos efeitos que são excelentes para o treinamento de muitos esportes, em especial o bodybuilding ou fisiculturismo, que é o foco deste texto. Primeiro, precisamos falar um pouco a respeito do esporte e de quais sãos suas características de funcionamento. O bodybuilding é um esporte baseado em 3 pilares:


  1. É necessário usar uma carga máxima que se possa aplicar ao músculo ou conjunto de músculos que se quer trabalhar, para poder provocar micro-lesões nas fibras musculares;

  2. Após expor os diferentes músculos e conjuntos musculares à carga máxima e repetições eles precisam ficar o máximo em repouso, o que inclui relaxamento e sono, e também ser hiper-nutrido, especialmente com proteína e vitaminas. A nutrição com proteínas é intensificada ao máximo.

  3. É preciso estar sempre compensando o ganho muscular, aumentando a carga frequentemente, para que o músculo sempre mantenha o ritmo de crescimento.

Em outras palavras, o fisiculturismo é baseado no principio de forçar os músculos a ficarem micro-lesionados. O esforço deve ser alto o suficiente para provocar as micro-lesões, mas não tão forte a ponto de lesionar de verdade. Então, os músculos recebem esforço, descanso e comida extra, e por isso ficam maiores. Esse é, no fundo, o segredo do fisiculturismo. Fora, é claro, a disciplina para aguentar o tédio de ficar repetindo séries e mais séries de movimentos variados, estudados para trabalhar os diferentes músculos e conjuntos musculares do corpo humano. Também é importante manter o ritmo de aumento de carga, e variações nos movimentos, para provocar um constante variação na forma de micro-lesionar a musculatura. Isso é fundamental, pois, com o tempo, os músculos se acostumam com a carga de peso usada, ou com os movimentos das séries e param de ficar micro-lesionados. Resumindo, fisiculturismo se baseia em ficar mais forte praticando mais a força muscular, descansando bem e comendo bem. Tudo é um ciclo. Os músculos só crescem se o ciclo estiver todo funcionando bem. Eles só crescem se o ritmo do aumento de carga for constante, mas para isso, os músculos precisam descansar bem constantemente e se nutrir corretamente. Tudo junto, funcionando bem lubrificado, faz o ciclo do crescimento muscular.


Então, tudo bem entendido sobre o fisiculturismo, mas o que a maconha tem haver com tudo isso? Bom, primeiro, um dos pilares do fisiculturismo é que você precisa de uma super-nutrição, tanto se alimentando bem, com frequência, como comendo gradativamente mais do que normalmente come. Se você vai à academia para perder peso, tem que comer menos. Mas se vai para treinar bodybuilding seu objetivo não é diminuir ou ficar mais leve, ao contrário, é crescer, ficar mais forte, ter mais massa, mais peso. Atletas profissionais tem uma disciplina de se alimentar ou ingerir suplementos ao menos a cada 3hs. O objetivo é manter o corpo sempre em estado anabólico, ou seja, produzindo as substâncias necessárias para o crescimento muscular. Para isso os níveis de nutrientes no organismo precisam sempre ser muito altos. A princípio parece fácil comer mais do que se deve. Se fosse para comer chocolate, sorvete, pizza, até que seria uma boa, mas não é tão fácil. Geralmente, ricas em proteínas em moderadas em carboidratos, as dietas são sem óleos ou frituras, baseadas em muitas e variadas folhas, carnes grelhadas, clara de ovos cozidas e alguns grãos e legumes ricos em proteína, como soja, ervilha, lentilha, grão de bico, brócolis e outros. Além, é claro, dos suplementos como creatina, carnitina, aminoacidos, vitaminas e proteínas de rápida absorção, usadas para melhorar a performance do organismo na utilização dos nutrientes.


Certamente o poderoso efeito de aumentar o apetite causado pela maconha, mais conhecido com o larica, pode ajudar muitos atletas nessas horas. Alguma tragadas numa boa maconha indica, além de aumentar o apetite torna muito mais atrativo qualquer tipo de alimento, o que para quem precisa comer de forma equilibrada é um conforto. Mais, é claro, é extremamente importante não ter qualquer guloseima na casa, ou a tentação pode fazer toda a dieta correr por água abaixo.


Existem muitos suplementos atualmente que ajudam o atleta a obter energia extra na hora dos treinos, o que é fundamental para aplicar a carga máxima para provocar as micro-lesões tão necessárias ao crescimento muscular. Cafeína, creatina, carnitina, NO2 e aminoácidos são apenas alguns exemplos desse tipo de suplementos. Porém, para auxiliar no pós-treino, para a tão importante fase recuperação e relaxamento dos músculos, praticamente não há nada disponível. O relaxamento dos músculos não é importante apenas para que eles possam crescer mais rápido, mas para que possam se recupera mais rápido e de forma mais eficiente, para garantir que no próximo treino a carga já possa ser maior. Descansar não é apenas garantir um bom sono, mas também evitar o corpo dos sintomas do stress e, principalmente, promover o relaxamento muscular. A maconha atua nas 3 áreas com uma eficácia que nenhum outro suplemento faz. Ela provoca sonolência e induz a sonos mais profundos, alivia os sintomas do strees, atuando como ansiolítico e promove o relaxamento muscular. O CBD é o princípio ativo responsável por esses efeitos, e as variedades indicas são as que tem maior concentração deste cannabinoide. O CBD também é o grande responsável pelo efeito “larica” provocado pela maconha.


Justamente por serem ricas em CBD e terem os efeitos desejados para a fase do pós-treino, as variedades de maconha mais indicas devem ser usadas somente após os exercícios. Essas variedades devem ser evitadas no pré-treino, principalmente porque elas induzem sonolência e relaxamento muscular, justamente na hora em que precisamos mais de energia, disposição para contrair os músculos ao máximo. Talvez plantas mais sativas, com baixos índices de CBD, e elevados de THC, possam ajudar a quebrar o tédio das repetições do treino, ajudando a manter a concentração nas repetições e se divertir com pensamentos chapados ao mesmo tempo. Mas isso não funciona para todas as pessoas. De fato, o principal uso da maconha como suplemento para o fisiculturismo está nas suas qualidades descritas mais acima, ligadas principalmente à ação do CBD. Assim, podemos concluir que a maconha não está longe dos esportes, ao contrário, ela combina muito bem com atividades esportivas, basta saber como, quando e com o que combinar para obter os resultados desejados. E, para os que ainda permanecem céticos, encerro com a questão levantada por profissional que trabalha com Fitness há anos em San Diego, E.U.A especializada em Bodybuilding Funcional, defensora do uso da maconha como suplemento no pós-treino “Qual outro medicamento ou suplemento ao mesmo tempo lhe ajuda a se alimentar melhor, conseguindo comer 6 ou mais vezes ao dia, promove mais sono e de melhor qualidade e ainda alivia os síntomas do stress?”



Maconha X Esportes

Sendo franco. Será mesmo que a maconha é um bom suplemento para consumir antes de se praticar atividades esportivas? E, mesmo se conseguirmos juntar forças para vestir um short, uma camiseta, um par de tênis e sair às ruas para dar uma caminha, uma corrida ou andar de bicicleta, certamente teremos dificuldade em manter a coordenação motora. Mas, isso não é com todo mundo. Uma minoria de cabeções consegue manter a coordenação motora a ponto de praticar atividades físicas e se dar muito bem com isso. Afinal, não seria a toa que tem tantos esportitas que usam maconha. Vejamos alguns:


Usain Bolt

O velocista declarou tempos atrás a jornalista que na Jamaica as crianças aprendem a enrolar baseados desde cedo. Depois, mais adiante, afirmou que apesar de ter experimentado quando jovem jamais usou desde que se tornou atleta. Mais recentemente afirmou que ninguém da família dele ou pessoas próximas fumam maconha, mas que ele não tem qualquer problema com pessoas que fumam.


Michel Phelps

Depois de tornar-se o ser humanos com mais medalhas de ouro em olímpiadas, Phelps foi fotografado dando uma bongada numa festa e isso repercutiu muito mal com os patricinadores. Em seguida ele partiu numa turnê, fazendo a linha do garoto que errou, mas está arrependido, para poder retomar sua imagem de bom moço.


Ross Rebagliati

Também por uso de maconha, o canadense Ross Rebagliati quase viu sua medalha de ouro olímpica ser cassada após ser testado positivo para o uso da substância, em 1998, durante os Jogos de Inverno de Nagano. No entanto, tudo não passou de um susto, e após confessar que deu uns "tapinhas", o atleta permaneceu com o título de snowboard


Lance Mackey

Ele ganhou 4 vezes uma das corridas mais difíceis do mundo com trenós guiados por cães, isso mesmo, daquelas que passam voando pela neve. Ele afirmou que em das corridas fumou algumas vezes durante o trajeto. Ele dá todos os créditos da vitória aos cães e diz que, na verdade, eles é que são os únicos corredores, não ele. E ele está certo!


Thiago Silva

Recentemente o atleta de MMA cumpriu 3 meses de suspensão por ter sido flagrado com THC no sangue, sobre o caso ele afirmou: “É muito complicado falar disso. Muitos caras gostam de beber. Eu não bebo, gosto de fumar. Não fumo mais, porque realmente não posso (por conta da carreira), mas gostava porque me ajuda a relaxar. Para ser sincero, não acho justo porque não muda sua performance dentro do octógono”.


Nick Dias

Foi o primeiro atleta do MMA a ficar famoso por ser flagrado no exame antidoping com THC, em 2012. Cinco anos antes, o lutador havia sido demitido do UFC por apresentar a mesma substância em sua urina.


Giba

Em março de 2003, Giba, o ponta da seleção brasileira de vôlei, admitiu ter usado maconha antes de uma partida realiza no ano anterior. Com o uso apontado pelo exame antidoping, o jogador veio a público pedir desculpas pelo ocorrido: "Estou arrependido. Fui fraco, mas garanto que não acontecerá de novo"


Mark Occhilupo

Campeão mundial de surf em 1999, o australiano Mark Occhilupo foi flagrado fumando maconha na praia do Arpoador, no Rio de Janeiro, momentos depois de terminar uma bateria de provas e acabou preso pela polícia local. Graças ao escândalo, o circuito profissional de surf passou a adotar exames antidoping


Jardel

Em 2008, Jardel, ex-atacante do Grêmio, Palmeiras e Porto convocou uma entrevista coletiva para anunciar seu problema com alcool e maconha. Apesar de nunca ter sido flagrado nos exames antidoping, o atleta afirmou que precisava de ajuda para se livrar do uso das substâncias


André Neles

O atacante André "Balada" Neles admitu, em 2010, se usuário de drogas após ser flagrado com a substância Canabis (maconha) em sua urina. Durante uma entrevista a uma rádio paulista, o jogador afirmou que costumava usar a erva com o ex-jogador Jardel


Estefânia de Souza

No início de 2005, a jogadora Estefânia de Souza assumiu ter usado maconha após ser pega no exame antidoping. Então com 35 anos, a atleta ficou oito jogos sem atuar, além de ser obrigada a fazer doações para três entidades sociais: "Errei e fui punida. Agora é bola para frente"

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